terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A DAMA E OS VAGABUNDOS: DISCURSO DA PRESIDENTE EM TOM DE ELIÇÃO




Em discurso lido diante do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a presidente Dilma Rousseff, que disputará a reeleição no ano que vem, fez ontem duras críticas ao governo do tucano.
Ela exaltou as gestões petistas a partir da primeira eleição de Lula, em 2002, e comparou indicadores econômicos atuais com os de "uma década atrás", referindo-se ao fim do mandato de FHC.
Dilma fez as críticas em seminário promovido pela fundação do ex-presidente americano Bill Clinton, em um hotel da zona sul do Rio. FHC estava sentado na primeira fila da plateia, a menos de três metros do púlpito.
"Por muitos e muitos anos, o Brasil foi pensado como um país pequeno, voltado apenas para os países desenvolvidos e dedicado apenas a uma parcela privilegiada de sua população", disse Dilma.
Sem nominar o ex-presidente, ela comparou números de hoje com os de 2002, último ano do tucano no poder. Afirmou que a inflação caiu de 12,5% para 5,8% e que a dívida líquida recuou de 60,4% para 35% do PIB.
"De país devedor, nós passamos à condição de país credor", disse a presidente, repetindo uma expressão muito usada por Lula na campanha de 2010.
FHC, convidado por Clinton, deixou o evento sem dar entrevistas. Ele já declarou preferência pelo tucano Aécio Neves para a eleição presidencial de 2014.
Em outro trecho do discurso, a presidente Dilma disse recusar a ideia de que o Brasil exerce papel de liderança na América do Sul.
"A razão é muito simples: no projeto de integração que desenvolvemos não há espaço para relações hegemônicas. A verdadeira integração dispensa liderança, pois exige solidariedade."
Ela afirmou que os países do continente foram vítimas de ditaduras e, em seguida, de governos "conservadores" que os "infelicitaram".

"Frearam nosso crescimento, aumentaram a desigualdade social e provocaram desequilíbrios macroeconômicos", afirmou.
Em outro trecho do discurso, a presidente Dilma disse recusar a ideia de que o Brasil exerce papel de liderança na América do Sul.
"A razão é muito simples: no projeto de integração que desenvolvemos não há espaço para relações hegemônicas. A verdadeira integração dispensa liderança, pois exige solidariedade."
Ela afirmou que os países do continente foram vítimas de ditaduras e, em seguida, de governos "conservadores" que os "infelicitaram".

"Frearam nosso crescimento, aumentaram a desigualdade social e provocaram desequilíbrios macroeconômicos", afirmou.

FONTE:folha.uol.com.br

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