sábado, 22 de fevereiro de 2014

CPI da pedofilia


Por José Ricardo Wendling – Dep.  PT -Estadual AM


É necessário que seja implantada a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa para apurar os crimes de pedofilia e de exploração sexual de crianças no Amazonas. Também estou nessa luta, fui um dos primeiros a assinar o pedido de CPI. A maioria dos deputados assinou por causa da pressão da sociedade. As investigações já deveriam ter iniciado, mas alguns dos deputados que assinaram, agora estão dificultando a instalação da comissão.
A CPI é importante para que sejam apuradas as denuncias de pedofilia que acontece em Coari, as ameaças contra pessoas que denunciam esse crime, e, permitir que outros possam apresentar novas denuncias com mais segurança.
A CPI pode apurar a pedofilia em Manaus e em outros municípios do interior do Estado, como nas apontadas na operação Estocolmo, envolvendo empresários e políticos, o assédio e exploração sexual de crianças e adolescentes na categoria de base de clubes de futebol da capital, ou em Maués, onde dizem que há vários casos de crianças que foram molestadas, e cobrar a punição para esses crimes.
A CPI no Amazonas também é necessária para ajudar nas investigações que a CPI da Câmara dos Deputados em Brasília está realizando em nosso Estado.  Esta semana estou acompanhando a deputada federal Érika Kokay (PT-DF), presidente da CPI de Brasília, que veio à Coari e em Manaus ouvir as vítimas dos abusos cometidos pelos pedófilos, e cobrar do Tribunal de Justiça e do Ministério Público, agilidade nos processos de julgamento dos crimes cometidos por estas quadrilhas de abusadores de crianças.
Temos que ficar atento, porque os criminosos apostam no poder do dinheiro e na impunidade devido a demora nos julgamentos. Dos 56 processos que o prefeito de Coari responde na Justiça do Amazonas, dois foram arquivados por terem ficado cerca de 10 anos parados tanto na Justiça quanto no Ministério Público.
A manifestação da sociedade ajuda muito no combate à pedofilia. A Igreja Católica, na Campanha da Fraternidade, deste ano, aborda o tema “tráfico humano” como forma de denunciar a exploração sexual de crianças. O Conselho de Cidadãos de Coari e o povo nas ruas cobram providências dos vereadores do município. Aqui em Manaus, participei com várias entidades e alguns políticos de uma caminhada que cobrou agilidade da Justiça.  A sociedade quer a CPI em nosso Estado. Todos são contra a pedofilia.

Fonte: http://blogs.d24am.com/artigos/2014/02/21/cpi-da-pedofilia/

OPORTUNIDADE DE EMPREGO EM MANAUS

Manaus - Começou na última sexta-feira (14), o período de inscrição para o concurso público que o Governo do Estado vai promover para preenchimento de 11.646 vagas nos quadros da Secretaria de Estado da Saúde (Susam) e Fundações vinculadas ao órgão. O secretário estadual de Saúde, Wilson Alecrim, frisa que as inscrições serão realizadas exclusivamente pela Internet, no endereço eletrônico  www.fgv.br/fgvprojetos/concursos/susam, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), instituição realizadora do certame.
“O sistema da FGV estará liberando o acesso ao requerimento eletrônico de inscrição a partir das 14h desta sexta-feira. Os candidatos terão prazo até as 23h59 do dia 24 de março para se inscrever e o pagamento da taxa de inscrição poderá ser feito até o dia 25 de março”, orientou Alecrim.
O envio do requerimento ao endereço eletrônico da FGV vai gerar o boleto bancário para pagamento da taxa de inscrição. Este boleto deve ser impresso e poderá ser pago em espécie, em qualquer agência bancária, ou por meio eletrônico. As taxas foram fixadas em R$ 60 para os cargos de nível superior; R$ 55 para cargos de nível médio; e R$ 40 para cargos de nível Fundamental e Fundamental Incompleto.
A isenção da taxa de inscrição está restrita aos casos em que o candidato comprove baixa renda (conforme o previsto na Lei Estadual 3.088/2006 e Decreto Federal 6.593/2008). Os procedimentos e prazos para o pedido de isenção estão detalhados nos editais do concurso.
Vagas – As provas do concurso da Susam estão programadas para acontecer no dia 18 de maio e serão aplicadas na capital e nos 61 municípios do interior do Estado. Das 11.646 vagas ofertadas no concurso, 3.094 são para cargos de nível superior; 5.247 para cargos de nível médio; e 3.305 para cargos de nível Fundamental e Fundamental Incompleto. Os salários variam de R$ 1.294,57 a R$ 7.691,45.  O concurso destinará 10% do total de vagas a pessoas com deficiência.
A FGV disponibilizou o telefone 0800-2834628 e o e-mail concursosusam@fvg.br para maiores informações aos candidatos. Os três editais que detalham as normas do concurso estão disponíveis no site da instituição.

NA MARRA YANUKOVICH ENTREGA O PAIS AO PARLAMENTO - SERÁ A DEMOCRACIA?


O Parlamento ucraniano destituiu neste sábado (22) o presidente do país, Viktor Yanukovich, por "abandono de suas funções constitucionais" e convocou eleições presidenciais antecipadas para o dia 25 de maio.
Mais cedo –por volta das 16h10 locais e 11h10 no horário brasileiro–, Yanukovich foi à televisão para dizer que não tinha a intenção de renunciar. Durante discurso exibido pelo canal "UBR" –que acredita-se ter sido feito da cidade de Kharkiv, no nordeste do país–, ele denunciou um "golpe de Estado".
"Há um golpe de Estado no país", declarou. "Não tenho a intenção de apresentar minha demissão. Sou um presidente eleito legitimamente. Não tenho a intenção de sair do país", completou Yanukovich, que também disse que as decisões do Parlamento são "ilegítimas".
Em Kiev pela manhã, manifestantes tomaram o escritório de Yanukovich e declararam a ocupação de todos os edifícios da administração oficial. O policiamento ostensivo também deixou as ruas da capital do país.
Volodymyr Rybak, líder do Parlamento e aliado de Yanukovich, renunciou e foi substituído por Oleksander Turchynov, próximo da opositora Yulia Timoshenko.
O Parlamento ucraniano também aprovou neste sábado uma resolução para a libertação "imediata" da líder opositora Yulia Tymoshenko, detida desde 2011 sob a acusação de abuso de poder.
NEGOCIAÇÕES
Na sexta-feira (21), Viktor Yanukovich e a oposição assinaram um acordo político tendo em vista encerrar os violentos embates que deixaram ao menos 77 mortos desde a terça-feira no país.
Os ministros das Relações Exteriores da Alemanha, França e Polônia confirmaram a assinatura do acordo provisório que foi respaldado pelo Conselho Civil do Maidan (praça da Independência), reduto dos manifestantes opositores ucranianos.

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